terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Ettore Scola







Apresentação

Paixão e política, amor e história, humor e humanismo, comédia e drama. A obra do cineasta italiano Ettore Scola combina todos esses elementos e se distingue na história do cinema pelo humanismo. Nascido em 1931 Scola era um adolescente quando decidiu fazer cinema ao presenciar, nas ruas de Roma, Vittorio de Sica filmando Ladrões de Bicicleta. Influenciado pelo Neorrealismo e com extraordinária desenvoltura como escritor, integrou-se à nascente indústria da commedia all’italiana no pós-guerra, colaborando em mais de 50 roteiros antes da estreia como diretor, em 1964.


Ao longo de cinco décadas construiu uma filmografia de mais de 40 títulos que valoriza a experiência do ser humano em contextos históricos em filmes como Um Dia Muito Especial (1977), com Marcello Mastroianni e Sofia Loren e a obra-prima Nós que Nos Amávamos Tanto (1974), ambos vencedores na categoria melhor filme no Festival de Cannes.


Mesmo mantendo-se na tradição do cinema popular italiano Ettore Scola foi criativo e sofisticado na linguagem de filmes como O Baile (1983) e A Família (1987). Em permanente diálogo com o grande público, o cineasta, ao falecer em janeiro de 2016, aos 84 anos, deixou uma obra autoral em que a crítica se faz pelo conteúdo, na melhor tradição do cinema humanista e realista.

  
Objetivos

O curso Ettore Scola: Um Cineasta Muito Especial, ministrado por Fatimarlei Lunardelli, tem por objetivo abordar a obra do cineasta italiano falecido em 2016, aos 84 anos. A partir do contexto da cinematografia italiana no pós-guerra, serão apresentados os elementos que constituem a estética do diretor, marcada pelo humor e o humanismo. Influenciado pelo Neorrealismo, formado no ambiente criativo da commedia all’italiana, construiu uma obra com destaque para a experiência humana das pessoas comuns nos contextos históricos. Foi roteirista de mais de 50 filmes antes da estreia como diretor em 1964 e assinou mais de 40 títulos, algumas obras definitivas da história do cinema, cujos trechos serão apresentados em aula.


Conteúdo programático

Aula 1
- Biografia: origem, formação, entrada no cinema;
- Contexto: inserção na indústria do cinema italiano no pós-guerra;
- Visão da filmografia em perspectiva histórica: as fases do cineasta.


Aula 2
- Características que fazem de Ettore Scola um autor do cinema;
 - Marcas da estética scoliana: os personagens, o fundo histórico e a concentração narrativa;
- Humor e humanismo na criação de obras-primas.


Ministrante: Fatimarlei Lunardelli

Pesquisadora e professora nas áreas de Análise, Teoria, Crítica e História do Cinema. Integrante da ABRACCINE e ACCIRS, entidades representativas da crítica cinematográfica brasileira e do Rio Grande do Sul. Já ministrou o curso "Federico Fellini: O Maestro" e "Análise e Interpretação de Filmes" pela Cine UM.



Curso
Ettore Scola: Um Cineasta Muito Especial
de Fatimarlei Lunardelli


Datas
11 e 12 / Março (sábado e domingo)

Horário
9h30 às 12h30

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Centro Cultural CEEE Erico Verissimo
(Rua dos Andradas, 1223 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 85,00
* À Vista (p/depósito bancário): R$ 80,00 (desc. 6%)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714

Realização

Patrocínio
B&B Games

Apoio
Centro Cultural CEEE Erico Verissimo



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, clique no botão do PagSeguro.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Rock'n Cine - Edição de Férias







Apresentação

O Rock’n’Roll mudou para sempre a indústria da música e atingiu em cheio a poderosa indústria do cinema a partir dos anos 1950, quando se ergueu como um dos principais pilares da lucrativa cultura pop. Ao renovar o comportamento jovem e estimular desejos de consumo, o Rock atraiu a atenção dos estúdios e produtores de cinema, se tornando tema de centenas de filmes de diferentes gêneros cinematográficos.



O curso Rock'n Cine: A História do Rock'n'roll no Cinema vai acompanhar a evolução do gênero musical entre 1950 e 2016, observando seus contextos culturais, sociais e econômicos a partir de filmes ficcionais, documentários, biopics e concert movies lançados neste mesmo período.



Mais do que sequenciar estilos e vertentes roqueiras, durante dois encontros pensaremos sobre como o cinema se refere ao Rock, aos seus astros, momentos e movimentos mais importantes. Resultado de cinco meses de pesquisa, o curso é totalmente ilustrado com textos, fotos e muitos trechos de filmes.


Objetivos

O curso Rock'n Cine: A História do Rock’n’Roll no Cinema, ministrado por Danilo Fantinel, retoma a História do Rock observando-o como fenômeno cultural, social e econômico a partir de filmes lançados desde 1950.  O objetivo da atividade é analisar as visões cinematográficas sobre o Rock acompanhando seu nascimento e seu amadurecimento sonoro, bem como sua ramificação conceitual até seu atual momento de pluralidade estética.


Conteúdo programático

Aula 1

Anos 1950
As raízes do Rock.
O cinema observa o nascimento do novo gênero musical.
Os primeiros rock and rollers.
A invenção da ideia de “American teenager”.
O surgimento da cultura jovem.


Anos 1960
O cinema acompanha o mundo dividido pela Guerra Fria.
A contracultura e as novas vertentes do rock.
Rock experimental nas telonas.
Os festivais de música ganham espaço.



Aula 2

Anos 1970
O cinema reflete a evolução estética e mercadológica do Rock.
O artista como profissional com apuro técnico e estético.
Hard Rock, Heavy Metal, Punk e Disco Music como reação à estética hippie.
Corporate Rock: a música como negócio.


Anos 1980
Consolidação do Hard Rock, do Heavy Metal e do Rock Britânico.
Fortalecimento do pós-punk, do dark/gótico e do alternative rock.
As explosões dançantes: Synth pop e a música eletrônica.
MTV, cinema e home video: a música é visual.



Anos 1990
Grunge e Hardcore: a sobrevida ao punk.
Brit pop e Indie rock assumem a posição.
Heavy Metal se torna mega.
Gótico, Rock industrial, o Funk Metal e Nu-Metal começam a se movimentar.


Anos 2000
O cinema testemunha a fragmentação estética.
As novas tecnologias mudam o Rock.
Queda de barreiras musicais.
Indie Rock se expande em vertentes.
Volta da cultura do vinil.



Ministrante: Danilo Fantinel

Doutorando Mestre em Comunicação e Informação (UFRGS) e jornalista. Professor de Cinema e Fotografia no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). Estuda as relações entre o imaginário antropológico e a Sétima Arte. Cobre shows nacionais e internacionais há 16 anos, tendo atuado em festivais de música no Brasil e exterior. Colaborador da revista Veja. Membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS). Publica críticas no portal Papo de Cinema.



Curso de Férias
ROCK'N CINE:
A História do Rock'n'Roll no Cinema
de Danilo Fantinel

Datas
18 e 19 / Fevereiro (sábado e domingo)

Horário
14h30 às 17h30

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Santander Cultural
(Rua Sete de Setembro, 1028 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
Valor promocional: R$ 70,00

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714

Realização

Patrocínio
B&B Games

Apoio
Santander Cultural



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, clique no botão do PagSeguro.
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Análise e Interpretação de Filmes - Edição de Férias







Apresentação

A primeira análise fílmica foi feita por Sergei Eisenstein em 1934. O mestre do cinema soviético se debruçou sobre 14 planos de O Encouraçado Potemkin (1925) para defender os princípios da montagem no ambiente hostil do realismo soviético, então em voga. Somente a partir do final dos anos 60, no âmbito acadêmico onde são criados os primeiros cursos de cinema, a análise fílmica começa a ganhar espaço como disciplina. Hoje, consolidada, é utilizada em suas múltiplas formas, permitindo leituras detalhadas e profundas de filmes nas diversas áreas do conhecimento.


Diferente da crítica cinematográfica, baseada em juízos de valor, a análise fílmica visa o conhecimento do filme como objeto cultural e discursivo. Não se trata de dizer, tão somente, se um filme é bom ou ruim. Importa, para a análise, compreender os significados do filme enquanto texto, assim como, investigar o contexto que lhe deu origem.


O objetivo da análise fílmica é produzir um conhecimento que vá além do nível da compreensão, disponível a qualquer espectador cinematográfico familiarizado com a linguagem audiovisual. Afinal, é da compreensão de suas intenções que depende o sucesso de um filme, seja de entretenimento ou de questionamento.


A análise fílmica vai além, atua no nível da interpretação, busca estabelecer o tema em torno do qual se organizam a história e a narrativa. Pode ser uma ferramenta para uso didático, ou um simples e prazeroso exercício de especulação, ampliando ainda mais o prazer da assistência de um filme.



Objetivos

O curso Análise e Interpretação de Filmes, ministrado por Fatimarlei Lunardelli, tem por objetivo apresentar as noções básicas da análise fílmica. Aborda a linguagem cinematográfica e apresenta métodos de leitura de filmes. Através de exercícios com cenas e sequências cinematográficas, são apresentadas as categorias do significado fílmico. Permite a distinção entre os significados referenciais e explícitos, capturados no nível da compreensão, daqueles que são implícitos e sintomáticos, decorrentes da atitude de interpretação.

Público alvo
Esta a atividade se destina a qualquer interessado.
Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.



Conteúdo programático

Aula 1
O que é análise fílmica
Instrumentos da análise fílmica
Linguagem e representação
Linguagem audiovisual

Aula 2
Elementos para leitura da linguagem audiovisual
Significados referenciais e explícitos
Significados implícitos e sintomáticos


Ministrante: Fatimarlei Lunardelli

Pesquisadora e professora nas áreas de Análise, Teoria, Crítica e História do Cinema. Integrante da ABRACCINE e ACCIRS, entidades representativas da crítica cinematográfica brasileira e do Rio Grande do Sul. Já ministrou o curso "Federico Fellini: O Maestro" pela Cine UM, em 2014, e prepara para 2017 o curso "Ettore Scola: Um Cineasta Muito Especial".



Curso de Férias
ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE FILMES
de Fatimarlei Lunardelli

Datas
04 e 05 / Fevereiro (sábado e domingo)

Horário
14h30 às 17h30 

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Santander Cultural
(Rua Sete de Setembro, 1028 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
Valor promocional: R$ 70,00

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714

Realização

Patrocínio
B&B Games

Apoio
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Cinema Marginal Brasileiro - Edição de Férias







Apresentação

Nos anos 60 o Cinema Novo viveu seu auge e também vários momentos de incerteza. O poder da repressão da ditadura se impunha através da Censura que vetava e proibia filmes e cerceava a liberdade dos cineastas. A partir daquele momento dois caminhos antagônicos se configuraram. De um lado o cinema de concessões e diálogo com o grande público. De outro, o cinema de resistência e guerrilha. Desenvolveu-se então um ciclo de filmes que ficaram à margem do sistema. A proposta era baseada no radicalismo estético, no experimentalismo extremado e na subversão política. Surgia assim o Cinema Marginal brasileiro.


Entre os temas que serão abordados no curso estão os diálogos e as distâncias entre filmes de cineastas como Rogério Sganzerla; Julio Bressane; Andrea Tonacci; Ozualdo Candeias e Carlos Reichenbach. E também a relação turbulenta do movimento com Glauber Rocha e o Cinema Novo. Será objeto de estudo ainda a abordagem da necessidade de uma criação inventiva do cinema marginal dentro de uma situação política repressiva, e sua reflexão sobre a herança dos marginais para o cinema brasileiro contemporâneo.
Objetivos

O curso Cinema Marginal Brasileiro, ministrado por Leonardo Bomfim, propõe um mergulho num dos momentos mais inventivos da história do cinema brasileiro, contextualizando os filmes em relação à cinematografia nacional e às influências das rupturas modernas dos anos 1960, na Europa, Estados Unidos e Japão.


Público alvo

Esta atividade se destina a qualquer interessado. Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.


Conteúdos

Aula 1

O momento do cinema brasileiro nos anos 1960.
A relação com o Cinema Novo: radicalização ou ruptura?
A reverência a José Mojica Marins
Ozualdo Candeias e o cinema da Boca do Lixo.
O estouro de Rogério Sganzerla com O Bandido da Luz Vermelha.

Aula 2

Julio Bressane: Matou a Família e Foi ao Cinema.
Os outsiders: José Agrippino de Paula, João Silvério Trevisan e Fernando Coni Campos.
A produção marginal em Minas e na Bahia
O surgimento da produtora Belair
O fim da invenção? O cinema de exílio e o cinema popular nos anos 1970.


Ministrante: Leonardo Bomfim

Jornalista e Mestre em Comunicação Social (PUCRS). Membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS). Curador das mostras "Cinema Marginal" e "Cinema Black", realizadas na sala de cinema P. F. Gastal. Diretor do documentário em longa-metragem Nas paredes da Pedra Encantada (2011). Publicou artigos em revistas como Teorema; Norte; Noize e em sites como Senhor F; Fronteiras do Pensamento e Rock Press. Editou o site Freakium, sobre cultura pop, música e cinema, de 2005 a 2007. Já ministrou os cursos Novos Cinemas dos Anos 60; Brian De Palma: O Poder da Imagem; Lumiére, Méliès & Outros Pioneiros e A Gênese da Nova Hollywood pela Cine UM.



Curso de Férias
CINEMA MARGINAL BRASILEIRO
de Leonardo Bomfim

Datas
21 e 22 / Janeiro (sábado e domingo)

Horário
14h30 às 17h30 

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Santander Cultural
(Rua Sete de Setembro, 1028 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
Valor promocional: R$ 70,00

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714

Realização

Patrocínio
B&B Games

Apoio
Santander Cultural



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, clique no botão do PagSeguro.
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