domingo, 11 de setembro de 2016

Michael Haneke







Apresentação

Michael Haneke nasceu na Alemanha em 1942, mas se naturalizou austríaco, e vivenciou as consequências da Guerra, com marcas que permanecem em seu trabalho. Certamente, é um dos cineastas mais relevantes a refletir sobre o lado sombrio de nosso tempo, pois está longe de descartar a atualidade da ascensão do fascismo, da xenofobia e da intolerância. Trouxe esses temas para o centro dos seus filmes em acontecimentos cotidianos e aparentemente banais, tornando-se um dos mais relevantes e polêmicos cineastas ao utilizar a alegoria e a ambiguidade como destaques nos seus relatos.

“É mais difícil para o espectador ver os meus filmes do que para mim
e para meus atores fazê-los”

Alguns dos temas centrais para o diretor austríaco, que encarnam nosso tempo, são: nossa incapacidade em se relacionar (perda do vínculo comunitário, a alienação do indivíduo na dificuldade em lidar com o desconhecido) e a representação televisual da violência (essencialmente na influência da mídia na nossa percepção da realidade, a banalização da violência que afetaria nosso potencial de se chocar com ela). Haneke é muito conhecido pela maneira radical que testa o limite ou provoca o espectador para causar incômodo, perturbar o seu lugar e a busca por certezas. Ele diz refletir sobre nossos medos e interditos pois, para o cineasta, o cinema não deve apenas contar uma história: cabe a ele chamar atenção, causar reflexão ao desacomodar o espectador.


São características dos seus filmes os planos fixos, longos, que podem até causar estranhamento para quem está acostumado com o ritmo frenético do cinema tradicional hollywoodiano. Elementos como o contraste do claro-escuro são utilizados para ressaltar a atmosfera perturbadora na qual muito dos seus personagens encontram-se envoltos. Dentre suas influências estão: o Neorrealismo e os cineastas Michelangelo Antonioni, Ingmar Bergman, Robert Bresson e Abbas Kiarostami.


Objetivo

O curso Michael Haneke: O lado sombrio do nosso tempo, ministrado por Bruno Maya, tem por objetivo apresentar um panorama sobre a filmografia do cineasta. Contextualizar sua produção ao debater sobre sua relevância, suas influências e as polêmicas estabelecidas pelo diretor que se manifesta na contramão do cinema comercial hollywoodiano. Será analisada a filmografia do diretor, destacando os elementos e as escolhas que caracterizam seus filmes, bem como as mudanças que ocorrem em sua trajetória. O curso visa, por meio do estudo da sua concepção de cinema, em função essencialmente do que estipula com relação ao espectador, compreender porque Michael Haneke é um dos diretores mais polêmicos da atualidade.   

“A nossa sociedade está mergulhada na violência,
eu a represento porque a temo, e acho que devemos refletir sobre isso”


Público alvo
Esta atividade é aberta a todos os interessados. Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.


Conteúdo programático

Aula 1

- Contextualização sobre a biografia de Michael Haneke: a formação em Viena, a experiência de crescer em época de guerra.
- Haneke e a polêmica dos seus filmes na representação da violência: o maldito e o lado sombrio de nosso tempo.
- Haneke e o espectador: o cinema-provocação e a representação da violência.
- Suas influências e um pouco do cinema novo austríaco: uma crítica ácida a burguesia.


Aula 2

- Os primeiros filmes, chamados de "trilogia glacial": O Sétimo Continente (1989), Benny´s Video (1992) e 72 Fragmentos para uma Cronologia do Acaso (1994).
- O filme-provocação: Funny Games (1998), e a refilmagem polêmica em 2007.
- A construção da atmosfera sombria.
- A ambiguidade, a alegoria e a sugestão: O Castelo (1997), Código Desconhecido (2000), A Professora de Piano (2001), O Tempo do Lobo (2003), Caché (2005), A Fita Branca (2008) e Amor (2012).
- O espectador em cena.


 

Ministrante: Bruno Maya
Doutorando em Comunicação Social pela PUCRS, e formado em jornalismo pela mesma universidade. Desenvolve pesquisa na área de cinema e audiovisual desde 2004, na qual trabalhou em um estudo sobre o cinema brasileiro. Atualmente realiza pesquisa sobre realismo no cinema (incluindo a filmografia de Michael Haneke), vinculada ao grupo Cinesofia (PPGCOM-PUCRS).



Curso
MICHAEL HANEKE:
O LADO SOMBRIO DO NOSSO TEMPO
de Bruno Maya


Datas
08 e 09 / Outubro (sábado e domingo)

Horário
15h às 18h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 90,00
(Valor promocional de R$ 70,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro - parcelado)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

Realização

Patrocínio
Nerdz

Apoio
Cinemateca Capitólio
E O Vídeo Levou



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, clique no botão do PagSeguro.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Cinema Coreano - Santa Cruz do Sul



Edição Santa Cruz do Sul



Apresentação

O cinema sul-coreano é muito dinâmico. É um dos poucos cinemas nacionais a competir em seu próprio território com o cinema norte-americano. Várias escolas coexistem no cinema produzido na Coréia do Sul. No entanto, ao lado da tradição dos filmes clássicos, que são baseados nas tradições e  na cultura coreana, surgiu, nas últimas décadas, uma nova onda de jovens diretores que é mais identificada com o mundo moderno. A chamada nouvelle vague coreana chegava para renovar e potencializar uma das cinematografias mais estimulantes do cinema mundial.


Se a maioria da produção cinematográfica da península historicamente era destinada a um público de adolescentes, temos hoje uma variedade de filmes com temáticas alternativas, abordagens ousadas e estética refinada, destinados a captar o interesse de um público diversificado. Por isso, é compreensível que os filmes sul-coreanos tenham uma parte de importância crescente nas seleções de vários festivais internacionais.



Os coreanos conseguiram romper as barreiras geográficas. Além de conquistar o público interno (mais da metade dos filmes assistidos na Coréia do Sul são nacionais), passaram a dialogar com a audiência global. Sem mencionar a presença constante e significativa nos principais festivais internacionais de cinema. Cineastas celebrados como Park Chang-Wook; Lee Chang-Dong; Kim Ki-Duk; Kwong Tag-In e Hong Sang-Soo passaram a ser premiados e reconhecidos a partir de certames de prestígio como Veneza; Cannes; Berlim e Nova Iorque.


Objetivos

O curso Nouvelle Vague do Cinema Coreano, ministrado por Josmar Reyes, pretende abordar o cinema contemporâneo coreano, dando ênfase aos principais cineastas e suas filmografias. Vai percorrer a história de formação e consolidação do cinema produzido na Coréia do Sul, até o surgimento da nova geração de realizadores contemporâneos, expoentes do novo cinema coreano. O contexto histórico, político e social serão analisados para explicar esta cinematografia vigorosa que conquista atenção e interesse dentro e fora de suas fronteiras nacionais.

Público alvo
Esta atividade é aberta a todos os interessados. Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.


Temas

Breve história do cinema sul coreano.
Dos cine-dramas aos filmes de propaganda política.
A idade do ouro e a ditadura militar.
O cinema pós-ditadura.
Produção local x Produção estrangeira.
A nova geração chega ao poder.
Blockbusters coreanos.
Conquista do mercado internacional.
Principais realizadores e filmes.
Análise da filmografia dos cineastas Kim Ki-Duk e Hong Sang-Soo.


Ministrante: Josmar Reyes

Doutor em Ciências da Comunicação, Artes do Espetáculo e Novas Tecnologias pela Sorbonne Nouvelle. Professor do curso de Realização Audiovisual da Unisinos e do curso de Comunicação Social da Unisc. Já ministrou os curso "Todas as Cores de Pedro Almodóvar" e "Desconstruindo Woody Allen" pela Cine UM.


Curso
NOUVELLE VAGUE DO CINEMA COREANO
* Edição Santa Cruz do Sul *
de Josmar Reyes

DATA
15 / Outubro (sábado)

HORÁRIO
Aula 1: 9h30 às 12h30
Aula 2: 14h às 17h

DURAÇÃO
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

LOCAL
Auditório do Sindbancários
(Rua Sete de Setembro, 489 - Santa Cruz do Sul - RS)

INVESTIMENTO
R$ 60,00
(Valor promocional de R$ 50,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)

FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

REALIZAÇÃO

APOIO
Sindicato dos Bancários / Santa Cruz do Sul - RS



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.

3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, retorne ao blog e clique no botão do PagSeguro.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Boca do Lixo







Apresentação

A fórmula “produção de baixo custo+erotismo+título apelativo” tornou o cinema produzido na Boca do Lixo um grande sucesso de público. No período compreendido entre o início dos anos 70 até a metade dos anos 80, foram as produções oriundas daquele lugar localizado no centro de São Paulo que tiveram vida própria no contexto da produção cinematográfica brasileira.


Mas nem tudo era sucesso. Por outro lado, se havia essa cumplicidade com o público, os seus integrantes enfrentavam além da censura rígida, uma crítica cinematográfica muito desconfiada, para não dizer o mínimo. Subitem da pornochanchada - filmes que continham apelo popular, acrescido de malícia na trama e nudez feminina nas cenas – a produção cinematográfica da Boca do lixo foi responsável por grande parte dos filmes brasileiros produzido na década de 70. Estimulados pela lei de obrigatoriedade, os produtores da Boca do lixo faziam filmes para o mercado exibidor, que retribuía dando-lhes espaço no circuito. Isto levou a esta marca impressionante, ainda mais quando se constata que essas películas não foram financiadas por capital estatal (leia-se Embrafilme) nem por leis de incentivos, numa época que esse mecanismo sequer era imaginado como forma de financiamento para o mercado audiovisual. Eram sim, financiadas pelas produtoras da Boca de Lixo e numa escala menor, por empresários ligados à indústria paulista.


O tempo passou e as películas, condenadas ao esquecimento, ficaram rotuladas como sendo “filme nacional de mulher pelada”. Porém, desde os anos 2000, a pornochanchada, mais especificamente a produção oriunda da Boca do lixo, vem sendo resgatada pelas novas gerações graças ao advento da televisão por assinatura, especificamente através do Canal Brasil que exibe com regularidade alguns de seus principais títulos. Há também o caso da internet, onde com relativa facilidade se encontram longas que fizeram sucessos e outros que nem tanto. Com isso, muitas delas adquiriram o status de “cult”.


Objetivos

O curso Boca do Lixo: Nos tempos da pornochanchada, ministrado por Cassiano Scherner, tem como objetivo mostrar a trajetória de seus produtores, artistas e técnicos que integraram este gênero cinematográfico. Também serão mostradas as causas de seu sucesso e de seu declínio. Além disso, irá discutir a importância deste gênero na cultura cinematográfica de nosso país.

Público alvo
A atividade se destina a quaisquer interessados no tema, não sendo necessários pré-requisitos para participar do curso.


Conteúdo programático

Aula 1

- As origens
As produtoras da linha de frente: Cinedistri; Servicine; MASPE Filmes; E.C. Distribuidora Importadora e Marte Filmes, entre outras.
- Os diretores: David Cardoso, Jean Garrett, Cláudio Cunha, Ody Fraga e Tony Vieira.
- Intelectualidade e sofisticação na direção de filmes: Carlos Rienchebach e Walter Hugo Khouri.
- A consolidação: A independência financeira sem o incentivo da Embrafilme.
- O circuito exibidor prestigia o cinema nacional.


Aula 2

- As atrizes: Matilde Mastrangi, Helena Ramos, Aldine Müller, Nicole Puzzi e Zilda Mayo.
- Atrizes globais nos filmes da Boca do Lixo: Vera Fischer e Sandra Bréa.
- O declínio:  A entrada dos filmes estrangeiros de sexo explícito.
- A decadência das salas de cinema de rua.
- Desobediência às leis protecionistas.
- O cinema da Boca do Lixo como legado cinematográfico.


Ministrante: Cassiano Scherner
Formado em Jornalismo pela Unisinos e possui Mestrado e Doutorado em Comunicação Social pela PUCRS. É professor universitário tendo trabalhado nos cursos de Comunicação Social da Universidade de Passo Fundo (RS), Faculdade Social da Bahia (Salvador, BA), FACCAT (Taquara, RS) e Faculdade Cenecista de Bento Gonçalves (RS). Também ministrou a disciplina “Introdução à história do cinema brasileiro e gaúcho", que integra o Curso de Especialização de Pós-Graduação em Cinema do Centro Universitário Franciscano (Unifra) em Santa Maria (RS).




Curso
BOCA DO LIXO:
NOS TEMPOS DA PORNOCHANCHADA
de Cassiano Scherner


Datas
17 e 18 / Setembro (sábado e domingo)

Horário
15h às 18h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 90,00
(Valor promocional de R$ 70,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro - parcelado)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

Realização

Patrocínio
Nerdz

Apoio
Cinemateca Capitólio
E O Vídeo Levou



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

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sábado, 13 de agosto de 2016

Análise e Interpretação de Filmes - PF



Edição Passo Fundo (RS)



Apresentação

A primeira análise fílmica foi feita por Sergei Eisenstein em 1934. O mestre do cinema soviético se debruçou sobre 14 planos de O Encouraçado Potemkin (1925) para defender os princípios da montagem no ambiente hostil do realismo soviético, então em voga. Somente a partir do final dos anos 60, no âmbito acadêmico onde são criados os primeiros cursos de cinema, a análise fílmica começa a ganhar espaço como disciplina. Hoje, consolidada, é utilizada em suas múltiplas formas, permitindo leituras detalhadas e profundas de filmes nas diversas áreas do conhecimento.


Diferente da crítica cinematográfica, baseada em juízos de valor, a análise fílmica visa o conhecimento do filme como objeto cultural e discursivo. Não se trata de dizer, tão somente, se um filme é bom ou ruim. Importa, para a análise, compreender os significados do filme enquanto texto, assim como, investigar o contexto que lhe deu origem.


O objetivo da análise fílmica é produzir um conhecimento que vá além do nível da compreensão, disponível a qualquer espectador cinematográfico familiarizado com a linguagem audiovisual. Afinal, é da compreensão de suas intenções que depende o sucesso de um filme, seja de entretenimento ou de questionamento.


A análise fílmica vai além, atua no nível da interpretação, busca estabelecer o tema em torno do qual se organizam a história e a narrativa. Pode ser uma ferramenta para uso didático, ou um simples e prazeroso exercício de especulação, ampliando ainda mais o prazer da assistência de um filme.



Objetivos

O curso Análise e Interpretação de Filmes, ministrado por Fatimarlei Lunardelli, tem por objetivo apresentar as noções básicas da análise fílmica. Aborda a linguagem cinematográfica e apresenta métodos de leitura de filmes. Através de exercícios com cenas e sequências cinematográficas, são apresentadas as categorias do significado fílmico. Permite a distinção entre os significados referenciais e explícitos, capturados no nível da compreensão, daqueles que são implícitos e sintomáticos, decorrentes da atitude de interpretação.

Público alvo
Esta a atividade se destina a qualquer interessado.
Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.



Conteúdo Programático

Aula 1
O que é análise fílmica
Instrumentos da análise fílmica
Linguagem e representação
Linguagem audiovisual

Aula 2
Elementos para leitura da linguagem audiovisual
Significados referenciais e explícitos
Significados implícitos e sintomáticos


Ministrante: Fatimarlei Lunardelli

Jornalista com mestrado e doutorado em cinema pela USP. Autora dos livros Ô Psit: O Cinema Popular dos Trapalhões (1996); Quando Éramos Jovens: A História do Clube de Cinema de Porto Alegre (2000) e A Crítica de Cinema em Porto Alegre na Década de 1960 (2008). Foi professora de Teoria, Crítica e Análise fílmica na Unisinos. É jornalista na UFRGS e vinculada à ABRACCINE e ACCIRS, entidades representativas da crítica cinematográfica brasileira e do Rio Grande do Sul. Já ministrou o curso "Federico Fellini: O Maestro", pela Cine UM em 2014.



Curso
ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE FILMES
de Fatimarlei Lunardelli

DATA
10 / Setembro (sábado)

HORÁRIO
Aula 1: 14h às 16h30
Aula 2: 17h às 19h30

LOCAL
Teatro do SESC
(Av. Brasil, 30 - Centro - Passo Fundo - RS)

INVESTIMENTO
R$ 60,00
(Valor promocional de R$ 50,00 para as primeiras 12 inscrições por depósito bancário)
*** VALOR PROMOCIONAL ESGOTADO ***

FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

REALIZAÇÃO
Cine UM Produtora Cultural
Ponto de Cinema
UPF

APOIO
SESC Passo Fundo


INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, clique no botão do PagSeguro.
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